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Primeiro era o silêncio. Depois fez-se luz. Mais tarde o mar abriu-se e Roma ardeu. As coisas precipitaram-se quando alguém inventou o clip. Mataram o pacifista e o próprio rei morreu. Um pouco mais tarde aparece o Teatro da Palmilha Dentada. Isto resumidamente.

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olha os namorados, primos e casados...

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Palmilha fora de portas
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Até Junho

Quartas e Sábados às 22h00

No Teatro Nacional São João

 

Ciclo de Café-Teatro

Já Não Há Primaveras… 

 


criação
Palmilha Dentada
de Ivo Bastos, Ricardo Alves, Rodrigo Santos
operação técnica
Dário Pais

produção executiva
Helena Fortuna


coprodução
Teatro da Palmilha Dentada
Teatro Nacional São João
M/16 anos 

 

Diz-se que o tempo está a mudar e que as estações andam trocadas. Mas se as
primaveras já não têm o mesmo esplendor, o teatro da Palmilha Dentada mantém o
brilho de sempre. Entre janeiro e julho de 2026, a companhia instala-se no Bar Ubu e no
Salão Nobre do Teatro São João para apresentar Já Não Há Primaveras. Um ciclo de
café-teatro que inclui seis espetáculos originais – um por mês – e outras novidades.
“Somos pontuais, asseados, sem apontamentos no registo criminal, e comprometemo-
nos a honrar a nobreza do salão”, garante a equipa de bartenders da Palmilha Dentada.
Não temos dúvidas. Na verdade, apetece-nos dizer como Carlo Goldoni num dos nossos
clássicos preferidos: “Rapazes, tomai conta do café.”

No LUGAR da Palmilha Dentada

ACOLHIMENTO

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Grupo de Teatro Gloria

"Eu sou a Glória e este é o Fascismo"

Domingo,15 de Março às 17h00

Informações  e reservas

935222443

 

Esta produção é um ato de resgate da memória. 

Através de uma estética crua e de um texto e música original, conta também com momentos descontraídos e discurso "do povo", genuíno.

Não é apenas teatro; é a verdade de quem não se calou, contada e cantada com a intensidade do texto original e da música original - e música ao vivo.

 

"Vamos ter no palco a realidade do Estado Novo. O texto é forte, mas também descontraído e genuíno. A música, e sobretudo sendo ao vivo, dá-lhe outro tom. A peça no geral dá voz a quem o silêncio tentou apagar - mas não conseguiu. E, como a própria Glória Paupiu disse, é importante não esquecer", afirma Nuno Ramada, escritor e encenador do projeto.

 

QUEM É A GLÓRIA? 

 

A Glória "Paupiu" é real. Foi uma grande ativista, corajosa; lutou pela justiça e pela igualdade, cuidou dos pobres; católica, agitadora na JOC; resistente ao Estado Novo, alvo de perseguições; e com mágoas para contar, também. Um exemplo que merece ser eternizado.

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