top of page

Primeiro era o silêncio. Depois fez-se luz. Mais tarde o mar abriu-se e Roma ardeu. As coisas precipitaram-se quando alguém inventou o clip. Mataram o pacifista e o próprio rei morreu. Um pouco mais tarde aparece o Teatro da Palmilha Dentada. Isto resumidamente.

  • Facebook

olha os namorados, primos e casados...

Palmilha fora de portas
Subscribe

Conferências Festiva

na Biblioteca Almeida Garrett

"O Primeiro de Maio"

Almeida Garrett no Porto - entrada livre

De Quinta, 9 a Domingo, 12 de Maio- 21h30

Maiores de 16 anos

 

Desta vez falamos do Primeiro de Maio

O primeiro de Maio é um dia importante que é assinalado condignamente em Portugal – O Dia Nacional do Correio Internacional Transatlântico. Foi nesse dia que, em 1500, Pero Vaz de Caminha enviou uma carta a D. Manuel I dando conta do achamento do Brasil. A carta foi trazida para Portugal por Gaspar de Lemos, comandante do navio de mantimentos da frota, não havendo registo da data da sua chegada.

 

Um espectáculo do Teatro da Palmilha Dentada e o Museu e Bibliotecas do Porto

Texto de Ricardo Alves e Rodrigo Santos

Encenação de Ricardo Alves

Interpretação de Rodrigo Santos e Filomena Santos

Apoio técnico Samuel Santos

Produção Helena Fortuna

CARTAZ.jpg
No LUGAR da Palmilha Dentada
CoLATERAL_20240329_184605_0000.png

9 a 12 de Maio

Quinta a Domingo - 19h30

"Colateral”

 Labirinto Produções

Maiores de 16 anos

Reservas: labirinto.companhia@gmail.com 

Estamos nos anos 90, Catarina (19 anos), decide iniciar uma investigação. A sua irmã mais nova está desaparecida há 2 meses e a polícia afirma não saber o paradeiro da adolescente.

Movida por uma necessidade de justiça e descoberta da verdade, Catarina isola-se no quarto da irmã e através dos objetos pessoais que ela deixou tenta descobrir o que aconteceu.

Catarina irá incorporar um verdadeiro detetive neo-noir, mas ao longo do seu caminho esta obsessão irá levá-la a tomar decisões moralmente ambíguas que criam situações fora do seu controlo.

Bem vindos ao mundo neo-noir, onde a verdade é relativa e nada é o que parece.

 

Texto Original:Jorge Pereira

Interpretação: Mafalda da Nova Covas

Vozes Off: António Durães, Bárbara M. Santos, Jorge Pereira, Miguel A. Moreira e Ondina Nova

Luz e Som: Rodrigo Feiteira

Cartaz: Ema Martins

Produção: Mafalda da Nova Covas

Apoio à produção: Bárbara M. Santos e Tomás Seruca Bravo

bottom of page