top of page

Primeiro era o silêncio. Depois fez-se luz. Mais tarde o mar abriu-se e Roma ardeu. As coisas precipitaram-se quando alguém inventou o clip. Mataram o pacifista e o próprio rei morreu. Um pouco mais tarde aparece o Teatro da Palmilha Dentada. Isto resumidamente.

  • Facebook

olha os namorados, primos e casados...

Subscribe
Palmilha fora de portas
cartaz com todas as datas.jpg

O Auto da Revolta do Mestre Salas

Teatro da Palmilha Dentada e CENDREV

Maiores de 12 anos

Informações e reservas 
910 698 693  palmilhadentada@gmail.com

 ​

ÉVORA - Teatro Garcia Resende - 7 a 17 de Maio

Quarta a sábado - 19h00
Domingo - 16h00

PORTO - O Lugar 
21 a 24 de Maio -19h30

GAIA - Auditório Municipal de Gaia
27 a 30 de Maio- 21h30
 

A Revolta do Mestre-Salas, começa como mais uma representação típica dos Bonecos de Santo Aleixo que se vira do avesso quando o Mestre-Salas se farta de ser manipulado e decide assumir o controlo da narrativa. Ao conquistar a tão desejada liberdade, arrasta consigo a Prima e o Padre Chancas para um caótico território desconhecido, onde as personagens se veem, subitamente, donas do seu próprio destino.

Entre a euforia de poderem fazer o que lhes apetece e o peso da responsabilidade das suas próprias decisões, navegam na loucura que é a liberdade enquanto se levantam as derradeiras questões: o que acontece quando se tomam as rédeas da própria vida? Alguma vez as tomamos? 

Ficha técnica: 

Autor, encenação e direção plástica: Ricardo Alves

Interpretação: Beatriz Baptista, Ivo Luz, Rosário Gonzaga

Cenografia e adereços: Ricardo Alves

Figurinos: Adozinda Cunha, Rosário Gonzaga

Desenho de luz: António Rebocho

Fotografia e vídeo: Carolina Lecoq

Comunicação: Helena Estanislau

Ilustração: Ivo Luz

Design gráfico: Alexandra Mariano 

Produção artística: Beatriz Sousa e Helena Fortuna

Direção de produção: Tânia da Graça

Equipa técnica e construção de cenário: Dário Pais, Emanuel Santos, Fabrísio Canifa

Interpretação em Língua Gestual Portuguesa: Associação de Surdos de Évora - Núria Galinha

Distribuição: Vítor Fialho

Limpeza: Fernanda Rochinha

apoio técnico da equipa do TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Tomás Catalão e Tomé Baixinho

Agradecimentos: Câmara Municipal de Évora

618357236_1316664490492962_8093141792903040020_n.jpg

Até Junho

Quartas e Sábados às 22h00

No Teatro Nacional São João

 

Ciclo de Café-Teatro

Já Não Há Primaveras… 

 


criação
Palmilha Dentada
de Ivo Bastos, Ricardo Alves, Rodrigo Santos
operação técnica
Dário Pais

produção executiva
Helena Fortuna


coprodução
Teatro da Palmilha Dentada
Teatro Nacional São João
M/16 anos 

 

Diz-se que o tempo está a mudar e que as estações andam trocadas. Mas se as
primaveras já não têm o mesmo esplendor, o teatro da Palmilha Dentada mantém o
brilho de sempre. Entre janeiro e julho de 2026, a companhia instala-se no Bar Ubu e no
Salão Nobre do Teatro São João para apresentar Já Não Há Primaveras. Um ciclo de
café-teatro que inclui seis espetáculos originais – um por mês – e outras novidades.
“Somos pontuais, asseados, sem apontamentos no registo criminal, e comprometemo-
nos a honrar a nobreza do salão”, garante a equipa de bartenders da Palmilha Dentada.
Não temos dúvidas. Na verdade, apetece-nos dizer como Carlo Goldoni num dos nossos
clássicos preferidos: “Rapazes, tomai conta do café.”

No LUGAR da Palmilha Dentada

ACOLHIMENTO

bottom of page